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Entre os diversos caminhos possíveis no meio jurídico, atuar como juiz certamente desponta como um dos mais desejados. Além da grande relevância da figura do magistrado para a sociedade, essa é uma profissão que oferece uma série de pontos positivos a quem a alcança, como a vitaliciedade no cargo, boa remuneração — que passa dos R$ 25 mil — e um grande prestígio social.
No entanto, para alcançar a tão desejada toga e tomar posse como juiz, há uma longa jornada a ser percorrida, especialmente do ponto de vista dos estudos e da qualificação profissional. Esse cargo, assim como outros do setor público, exige um grande conhecimento jurídico, além de uma visão humanística acentuada, uma vez que lida com questões e direitos sensíveis.
Apesar disso, quem tem formação em Direito e deseja seguir essa nobre carreira deve saber que, com dedicação e muito estudo, é plenamente possível atingir tal objetivo. Se esse é o seu caso, continue a leitura e saiba um pouco mais sobre a carreira de magistrado e sobre como virar juiz!
Apesar de ser uma profissão amplamente conhecida e respeitada, nem todo mundo sabe exatamente quais são as funções exercidas por um juiz. Nesse sentido, é preciso ter em mente que esse profissional acumula um conjunto de funções. A principal delas, porém, é dizer o direito a ser aplicado ao caso concreto.
Em outras palavras, a função primordial de um juiz é prestar a jurisdição, decidindo sobre os casos postos à sua análise por meio de um processo ao dizer como as leis devem ser aplicadas. Nesse contexto, é possível perceber a atuação do juiz em diferentes áreas, como criminal, cível e trabalhista.
Na prática, o papel do juiz é resolver os conflitos jurídicos tão comuns dentro de uma sociedade organizada, determinando qual é a forma correta de interpretação das leis e solucionando as questões que tenham alguma repercussão jurídica.
Assim como tantas outras funções públicas, o juiz tem uma importância muito grande para a sociedade. Para se ter uma ideia disso, é por meio do juiz, e do Poder Judiciário como um todo, que as pessoas podem proteger e fazer valer os seus direitos, evitando abusos por parte de terceiros e até do Estado.
Além disso, o juiz exerce uma relevante função pacificadora da sociedade, impedindo que as pessoas resolvam seus conflitos por conta própria — como ocorria nos primórdios da humanidade. O juiz, idealmente, é uma figura que deve se manter imparcial, atuando com o compromisso de respeitar a lei e a Constituição, de modo a solucionar os conflitos da forma mais técnica e just
a possível.
É papel do juiz, também, garantir que todos os cidadãos tenham uma prestação jurisdicional justa e livre de interferências externas, abusos e ilegalidades. No caso da possível prática de crimes, por exemplo, o juiz deve garantir que o acusado tenha resguardado seu direito à defesa, assim como todos os outros protegidos constitucionalmente.
Por se tratar de uma função pública, a atuação como juiz só é possível mediante aprovação em concurso público. Ou seja, para alcançar esse objetivo, é necessário passar por uma seleção bastante complexa, composta por diversas fases.
O concurso para o cargo de juiz está entre os mais difíceis do país. Isso se deve à grande quantidade de disciplinas que são cobradas nas provas, além das diferentes etapas, que contam com avaliações como:
Assim, até a posse no cargo de juiz, o candidato precisa superar todas essas etapas, o que exige um grande conhecimento jurídico, além de competências importantes, como boa oratória, postura e sensibilidade.
O cargo de juiz também exige formação em Direito. Ou seja, somente bacharéis em direito podem prestar o concurso. Além disso, é necessário comprovar, no mínimo, três anos de prática jurídica — requisito que pode ser atendido, por exemplo, atuando na advocacia privada.
Uma das bases para se tornar um juiz de Direito é ter um amplo conhecimento jurídico. Isso significa que é necessário ter uma formação de alta qualidade, na qual o candidato tenha condições de ampliar a visão sobre os diversos campos do Direito e formar uma base sólida das matérias que serão cobradas no concurso e no dia a dia da profissão.
Nesse sentido, fazer um bom curso de Direito, sem dúvidas, faz toda a diferença na trajetória de quem pretende virar juiz. Durante a graduação, por exemplo, já é possível ter um contato inicial com os diversos institutos existentes no meio jurídico, além de esse período ser uma excelente oportunidade para aprimorar habilidades importantes, como a oratória.
No entanto, para se tornar um magistrado, na maioria das vezes, é preciso ir muito além da graduação. Assim, deve-se buscar um conhecimento mais técnico e profundo sobre o Direito, sendo essencial ter domínio sobre a legislação nacional, além de uma formação humanística forte, já que a atuação como juiz também requer sensibilidade.
Agora que você já sabe como virar juiz e entende como essa carreira requer estudo, dedicação e comprometimento, invista na sua qualificação profissional desde cedo. Após a conclusão da graduação, vá em busca de novas fontes de conhecimento e de formas para expandir a sua compreensão e vivência no Direito, como ao cursar uma pós-graduação.
Nessa hora, escolha uma instituição de ensino que ofereça experiências ricas e transformadoras, como aulas com grandes nomes do universo jurídico, que, além de muito conhecimento técnico, têm como diferencial a experiência profissional em diversas áreas, como na própria magistratura, Ministério Público e outras carreiras de destaque.
Sem dúvida, a instituição de ensino é uma grande fomentadora do desenvolvimento profissional, abrindo portas e oportunidades para quem deseja ir mais longe, seja como advogado, promotor, juiz ou qualquer outra profissão dentro do Direito.
Para aproveitar melhor as possibilidades e oportunidades que a carreira jurídica pode oferecer, invista no seu futuro e em sua carreira estudando em uma das mais renomadas instituições de ensino digital do país. Entre em contato com a EBRADI e conheça os cursos que podem ajudar você a dar um salto na carreira!
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A assinatura digital é um conjunto de dados criptográficos incorporados a um documento. Por essa razão, precisa de estar no ambiente digital, uma vez que há necessidade de softwares e sistemas específicos ler e compreender estes dados criptografados. O papel não é capaz de guardar a criptografia que garante a autenticidade da certificação digital. O Diploma Digital é um XML com assinatura digital e carimbo de tempo ICP-Brasil. Ao imprimir, estes dispositivos deixam de existir e passam ser apenas uma cópia não assinada e sem validade jurídica. O MEC, preocupado com toda essa questão, elucidou esse problema ao permitir que os alunos tenham uma cópia impressa com as mesmas características do diploma físico, o que denominamos Representação Visual Diploma Digital – RVDD. Esta RVDD, terá as mesmas características do diploma físico que você conhece e que sua instituição adota. A diferença é que esta representação visual terá dois mecanismos para fazer essa ligação do mundo real para o virtup al. A RVDD apesar de não ser o diploma, ela é a interface para remeter, com auxílio do QR Code por exemplo, para onde estará o seu Diploma Digital dentro desse universo eletrônico, de forma rápida, prática e segura. Somente de posse do seu QR Code ou do código de validação do seu diploma será possível ter acesso ao seu XML do Diploma Digital.