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Já pensou em atuar no âmbito da mediação e da conciliação? No post de hoje, vamos abordar de que maneira a formação prática e mediação e conciliação, permite ao profissional do direito atuar com segurança na resolução de conflitos.
A mediação e a conciliação representam métodos alternativos de resolução de conflitos, cujo objetivo está na solução de disputas fora do sistema judiciário convencional, tendo como característica, procedimentos céleres e menos onerosos.
Desempenhando papel fundamental na resolução de conflitos, conta com o auxílio de um terceiro imparcial que tem por objetivo facilitar a comunicação das partes para que cheguem a um acordo, representando a modernização, aumento da eficiência da justiça e desjudicialização de processos.
Regido pelo Código de Processo Civil e pela Lei de Mediação (13.140/2015), oferece métodos alternativos e eficazes de resolução de conflitos, contribuindo para a celeridade processual, redução de litígios e fortalecimento da cultura do diálogo.
Familiar – Focada em restabelecer a comunicação entre as partes, sendo ideal para conflitos onde o vínculo emocional permanece após a disputa. Como, por exemplo, divórcio, dissolução de união estável, fixação de guarda, regime de visitas e pensão alimentícia.
Empresarial – Utilizada na preservação de parcerias comerciais e evitar exposição pública de dados estratégicos. Sua aplicação prática pode ser observada na disputa entre sócios, quebra de contratos de fornecimentos, reestruturação de empresas familiares e questões de propriedade intelectual.
Trabalhista – Representando princípio fundamental na justiça do trabalho, busca a resolução consensual de conflitos entre empregados e empregadores, atuando o juiz como mediador. Por exemplo, observada em questões relacionadas ao pedido de pagamento de verbas rescisórias, horas extras, reconhecimento de vínculo empregatício e indenização por danos morais.
Cível – Compreende uma gama vasta de conflitos inerentes aos acontecimentos cotidianos e seus desdobramentos. Por exemplo, acidentes de trânsitos, conflitos de vizinhança, dívidas bancárias, direito do consumidor e ações imobiliárias.
Nos termos das diretrizes do Conselhos Nacional de Justiça (CNJ), as competências desenvolvidas no curso de capacitação em mediação e conciliação, devem compreender a comunicação assertiva, a escuta ativa e a negociação colaborativo, objetivando transformar o profissional é um facilitador de diálogos, capaz de desconstruir impasses e chegar a resolução adequada do conflito.
O curso Mediação, Conciliação e Negociação: Fundamentos e Aspectos Práticos oferece uma formação completa, combinando fundamentos teóricos e práticas essenciais para a resolução pacífica de conflitos. Com foco em habilidades práticas, capacita os participantes a promover ambientes colaborativos e a aplicar técnicas avançadas em áreas como Direito de Família, Administração Pública e processos coletivos.
Os participantes desenvolvem competências em comunicação eficaz, ética e estratégias de negociação, tornando-se mediadores e conciliadores preparados para construir soluções benéficas em diferentes contextos jurídicos, ampliando a formação interdisciplinar e fortalecendo o preparo para os desafios do mercado jurídico.
A principal diferença reside no vínculo com o poder judiciário e nos pré-requisitos formais exigidos para o exercício da fundação, no termo da lei de mediação (13.140/2015). A mediação judicial ocorre no âmbito de um determinado processo judicial, ao passo que a mediação extrajudicial, desenvolve-se de maneira privada, em câmaras de mediação, cartórios ou por profissionais autônomos, independentemente de processo judicial.
A escolha de um curso reconhecido na área jurídica, capacita o profissional do direito, destacando sua atuação em decorrência do renome de credibilidade conferido à sua formação.
Não perca tempo, conheça o curso de Mediação, Conciliação e Negociação: Fundamentos e Aspectos Práticos, ofertado pela EBRADI e amplie sua capacidade técnica de atuação, contando com uma formação completa que combina fundamentos teóricos e exercícios práticos.
A Escola Brasileira de Direito é 100% online. Todos os seus cursos são oferecidos na modalidade a distância. Para alunos de pós-graduação, inclusive, a avaliação é feita por meio de ferramenta online com reconhecimento facial para garantir a segurança e autenticidade.
As aulas têm início imediato, após confirmação de pagamento. Exceto para cursos em pré-lançamento – neste caso consulte a data informada no site.
A assinatura digital é um conjunto de dados criptográficos incorporados a um documento. Por essa razão, precisa de estar no ambiente digital, uma vez que há necessidade de softwares e sistemas específicos ler e compreender estes dados criptografados. O papel não é capaz de guardar a criptografia que garante a autenticidade da certificação digital. O Diploma Digital é um XML com assinatura digital e carimbo de tempo ICP-Brasil. Ao imprimir, estes dispositivos deixam de existir e passam ser apenas uma cópia não assinada e sem validade jurídica. O MEC, preocupado com toda essa questão, elucidou esse problema ao permitir que os alunos tenham uma cópia impressa com as mesmas características do diploma físico, o que denominamos Representação Visual Diploma Digital – RVDD. Esta RVDD, terá as mesmas características do diploma físico que você conhece e que sua instituição adota. A diferença é que esta representação visual terá dois mecanismos para fazer essa ligação do mundo real para o virtup al. A RVDD apesar de não ser o diploma, ela é a interface para remeter, com auxílio do QR Code por exemplo, para onde estará o seu Diploma Digital dentro desse universo eletrônico, de forma rápida, prática e segura. Somente de posse do seu QR Code ou do código de validação do seu diploma será possível ter acesso ao seu XML do Diploma Digital.