Pacote Anticrime (Lei 13.964/2019): o que mudou para a defesa no processo penal brasileiro
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Pacote Anticrime (Lei 13.964/2019): o que mudou para a defesa no processo penal brasileiro

12 ago 2026
5 min
Pacote Anticrime (Lei 13.964/2019): o que mudou para a defesa no processo penal brasileiro

Resumo

Entenda o que mudou com o Pacote Anticrime (Lei 13.964/2019) para a defesa, incluindo ANPP, cadeia de custódia, legítima defesa e progressão de pena.

O Pacote Anticrime – Lei 13.964/2019 trouxe alterações que atingem diferentes etapas da persecução penal, desde a investigação até a execução da pena. Para a defesa, algumas dessas mudanças ganharam especial relevância por envolverem negociação penal, produção e preservação de provas, direitos fundamentais e critérios relacionados ao cumprimento da pena.

Entre os principais pontos do Pacote Anticrime (13.964/2019) estão o acordo de não persecução penal (ANPP), a regulamentação da cadeia de custódia, as discussões sobre legítima defesa, as novas regras de progressão de pena e a ampliação do banco nacional de DNA.

Quais foram as principais mudanças do Pacote Anticrime – Lei 13.964/2019 para a defesa?

O Pacote Anticrime (13.964/2019) trouxe alterações que atingem diferentes etapas da persecução penal, desde a investigação até a execução da pena.

Para a defesa, essas mudanças envolvem temas relevantes como negociação penal, produção e preservação de provas, direitos fundamentais e critérios relacionados ao cumprimento da pena.

Entre os principais pontos do Pacote Anticrime (13.964/2019) estão o acordo de não persecução penal (ANPP), a regulamentação da cadeia de custódia, as alterações relacionadas à legítima defesa, as novas regras de progressão de pena e a ampliação do banco nacional de DNA.

A seguir, entenda como cada uma dessas mudanças impacta a atuação defensiva.

Acordo de não persecução penal (ANPP)

Um dos avanços mais debatidos foi a criação do acordo de não persecução penal (ANPP). 

O instituto permite que o Ministério Público proponha condições ao investigado para evitar o ajuizamento da ação penal em determinados crimes sem violência ou grave ameaça.

Para a defesa, o mecanismo representa uma alternativa legal capaz de reduzir riscos processuais e evitar condenações criminais mais severas.

Cadeia de custódia das provas

Outro ponto relevante foi a regulamentação da cadeia de custódia das provas.

A legislação passou a exigir maior controle sobre a coleta, armazenamento e preservação dos vestígios.

Na prática, isso fortalece a atuação defensiva, pois eventual quebra na cadeia de custódia pode comprometer a validade da prova produzida.

Legítima defesa e atuação dos agentes de segurança pública

O Pacote Anticrime também trouxe alterações relacionadas à legítima defesa, especialmente quanto à atuação de agentes de segurança pública.

Embora o tema tenha gerado debates doutrinários e jurisprudenciais, a discussão reforçou a necessidade de interpretação técnica e constitucional dos limites do uso proporcional da força.

Progressão de pena e banco nacional de DNA

Além disso, as mudanças na progressão de pena estabeleceram critérios mais rigorosos para determinados crimes, aumentando o tempo necessário para acesso a benefícios executórios.

Paralelamente, a ampliação do banco nacional de DNA intensificou discussões sobre investigação criminal, proteção de dados e direitos fundamentais.

Os impactos do Pacote Anticrime na atuação defensiva

As mudanças promovidas pelo Pacote Anticrime redefiniram aspectos relevantes da persecução penal brasileira e ampliaram os desafios da atuação defensiva.

Mais do que conhecer a legislação, é essencial compreender seus reflexos práticos.

Por isso, a especialização contínua em Direito Penal e Processual Penal tornou-se diferencial competitivo para profissionais que buscam atuação técnica, atualizada e alinhada às transformações do sistema de justiça criminal brasileiro.

Leia também:

Como o Pacote Anticrime impacta a atuação da defesa?

As mudanças promovidas pelo Pacote Anticrime (13.964/2019( redefiniram aspectos relevantes da persecução penal brasileira e ampliaram os desafios da atuação defensiva. 

Mais do que conhecer a legislação, é essencial compreender seus reflexos práticos e acompanhar a forma como essas alterações são aplicadas no sistema de justiça criminal.

Nesse cenário, o domínio técnico sobre o Pacote Anticrime (13.964/2019)  e outros temas do Direito Penal e Processual Penal contribui para uma atuação mais preparada, estratégica e alinhada às transformações da área.

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FAQ

O que é o Pacote Anticrime?

O Pacote Anticrime corresponde às mudanças instituídas pela Lei nº 13.964/2019 no sistema penal brasileiro. A legislação promoveu alterações que impactaram temas relacionados à investigação, ao processo penal e à execução da pena.

O que o Pacote Anticrime mudou para a defesa?

Entre os principais impactos para a defesa estão a criação do acordo de não persecução penal, a regulamentação da cadeia de custódia das provas, mudanças relacionadas à legítima defesa e à progressão de pena, além da ampliação do banco nacional de DNA.

O que é o acordo de não persecução penal?

O acordo de não persecução penal, ou ANPP, permite que o Ministério Público proponha determinadas condições ao investigado para evitar o ajuizamento da ação penal em crimes que atendam aos requisitos previstos para aplicação do instituto.

Qual é a importância da cadeia de custódia para a defesa?

A cadeia de custódia estabelece maior controle sobre a coleta, o armazenamento e a preservação dos vestígios. Para a defesa, seu cumprimento é relevante porque problemas nesse processo podem comprometer a validade da prova produzida.

Como o Pacote Anticrime afetou a progressão de pena?

O Pacote Anticrime estabeleceu critérios mais rigorosos para a progressão de pena em determinados crimes, o que pode aumentar o período necessário para que a pessoa condenada tenha acesso a benefícios durante a execução penal.

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O desconto adicional de 15% será concedido para pagamentos realizados à vista ou em até 12 parcelas no cartão de crédito (consumindo o limite do cartão).
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