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Já ouviu falar em compliance no setor público? No post de hoje, vamos abordar os fundamentos, leis e aplicações práticas destinadas aos profissionais do direito que tem por objetivo atuar na área.
O compliance no setor público refere-se ao conjunto de mecanismos, normas internas, procedimentos de integridade e auditoria adotados por órgãos governamentais, autarquias e entidades públicas para garantir que suas atividades estejam em conformidade com as leis, regulamentos, políticas éticas e com o interesse público. O objetivo principal não é apenas evitar penalidades, mas promover a ética, a transparência, a gestão de riscos e o uso eficiente dos recursos públicos.
O compliance na administração pública é uma ferramenta estratégica crucial para garantir a conformidade com leis e padrões éticos, indo além da simples obediência legal para fortalecer a integridade, prevenir corrupção e melhorar a governança. No contexto brasileiro, o compliance público atua como um sistema de integridade que protege os recursos públicos e aumenta a confiança na gestão.
A relação entre o Compliance e a Lei Anticorrupção (Lei nº 12.846/2013) no setor público é de mútua dependência: a lei fornece o rigor punitivo e os incentivos, enquanto o compliance oferece a ferramenta prática para evitar que o Estado seja lesado. Diferente do setor privado, onde o foco é a proteção da empresa, no setor público o compliance visa proteger o interesse coletivo e a resiliência institucional.
A relação entre Controle Interno e Compliance no setor público é de complementaridade operacional: enquanto o controle interno fornece a estrutura e os processos, o compliance injeta a cultura de integridade e a gestão de riscos éticos. De forma direta, o controle interno é o “como fazer com segurança” e o compliance é o “garantir que seja feito com ética e legalidade”.
A Nova Lei de Licitações (Lei nº 14.133/2021) torna o compliance, a governança e a gestão de riscos pilares obrigatórios, superando o modelo meramente burocrático. A legislação foca em procedimentos eletrônicos, planejamento rigoroso, exigência de programas de integridade em contratos de grande vulto e utiliza o compliance como critério de desempate e atenuante de sanções.
Os programas de integridade no setor público são conjuntos de mecanismos e procedimentos internos baseados em normas éticas, prevenção e detecção voltados à promoção da transparência, eficiência e ao combate à corrupção, fraudes e desvios de conduta.
A gestão de riscos e o compliance no setor público visam assegurar o cumprimento de normas, leis e diretrizes, mitigando fraudes e corrupção para otimizar o uso de recursos públicos. Trata-se de um processo contínuo e sistemático que envolve identificar, avaliar e mitigar riscos, garantindo a conformidade e o alcance dos objetivos institucionais.
A atuação conjunta do advogado e do gestor público em compliance é fundamental para estruturar programas de integridade eficientes, visando a prevenção, detecção e resposta a desvios de conduta, corrupção e fraudes na administração pública. Enquanto o advogado traz o respaldo jurídico e a análise de risco legal, o gestor público foca na implementação operacional, cultura organizacional e eficiência das políticas públicas.
A tríade Compliance, Ética e Transparência forma o alicerce da governança moderna, sendo indissociável para a construção de uma relação de accountability (prestação de contas e responsabilidade) e o fortalecimento da confiança social nas instituições, sejam elas públicas ou privadas.
Especializar-se em compliance no setor público é uma escolha estratégica de carreira, impulsionada pela crescente exigência de transparência e integridade na administração pública. A demanda por profissionais qualificados nessa área é crescente, transformando-a em um mercado de trabalho promissor e com amplas oportunidades.
A EBRADI (Escola Brasileira de Direito) prepara profissionais para o compliance público por meio de uma metodologia que integra formação técnica aprofundada, abordagem prática e voltada ao mercado e alinhamento contínuo com a legislação vigente. A instituição foca na criação de programas de integridade eficientes, voltados para a transparência e gestão de riscos no setor público.
A Escola Brasileira de Direito é 100% online. Todos os seus cursos são oferecidos na modalidade a distância. Para alunos de pós-graduação, inclusive, a avaliação é feita por meio de ferramenta online com reconhecimento facial para garantir a segurança e autenticidade.
As aulas têm início imediato, após confirmação de pagamento. Exceto para cursos em pré-lançamento – neste caso consulte a data informada no site.
A assinatura digital é um conjunto de dados criptográficos incorporados a um documento. Por essa razão, precisa de estar no ambiente digital, uma vez que há necessidade de softwares e sistemas específicos ler e compreender estes dados criptografados. O papel não é capaz de guardar a criptografia que garante a autenticidade da certificação digital. O Diploma Digital é um XML com assinatura digital e carimbo de tempo ICP-Brasil. Ao imprimir, estes dispositivos deixam de existir e passam ser apenas uma cópia não assinada e sem validade jurídica. O MEC, preocupado com toda essa questão, elucidou esse problema ao permitir que os alunos tenham uma cópia impressa com as mesmas características do diploma físico, o que denominamos Representação Visual Diploma Digital – RVDD. Esta RVDD, terá as mesmas características do diploma físico que você conhece e que sua instituição adota. A diferença é que esta representação visual terá dois mecanismos para fazer essa ligação do mundo real para o virtup al. A RVDD apesar de não ser o diploma, ela é a interface para remeter, com auxílio do QR Code por exemplo, para onde estará o seu Diploma Digital dentro desse universo eletrônico, de forma rápida, prática e segura. Somente de posse do seu QR Code ou do código de validação do seu diploma será possível ter acesso ao seu XML do Diploma Digital.