Descubra como funciona a tutela jurisdicional!
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Descubra como funciona a tutela jurisdicional!

13 jul 2021
Última atualização: 26 novembro 2025
EBRADI — Escola Brasileira de Direito
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5 min
Descubra como funciona a tutela jurisdicional!

Você sabe o que é e como funciona a tutela jurisdicional? Conhecer sobre o tema é importante para os profissionais da área jurídica saberem como atuar no dia a dia profissional.

Como a tutela jurisdicional conta com diferentes tipos, até mesmo os advogados costumam ter dúvidas sobre o tema — motivo pelo qual é ainda mais relevante estudar e conhecer sobre o assunto.

Se você tem interesse e deseja descobrir como funciona, de fato, a tutela jurisdicional, continue a leitura para ter acesso a todos os detalhes. Não perca!

O que é a tutela jurisdicional?

A função jurisdicional do Estado surgiu para regular as relações entre os indivíduos a fim de tutelar direitos que as partes não conseguem mais individualmente defender ou autotutelar. No Brasil, o tema está previsto no artigo 5, XXXV da Constituição Federal, sendo concedida ao Poder Judiciário.

Assim, a jurisdição pode ser vista como a função exercida pelo Estado para compor processualmente conflitos litigiosos para conceder ao detentor de um direito objetivo aquilo que é seu.

De maneira geral, é possível dizer que a tutela jurisdicional é conferida ao autor ou ao réu, uma vez que ela não diz respeito a direitos, mas sim a pessoas, sendo possível dá-la a um dos litigantes, especialmente a fim de negar que existam direitos e obrigações entre ele e o adversário.

Com isso, é possível observar que não é sempre que a finalidade de um processo é essencialmente beneficiar o autor, mas sim pacificar os litigantes e, especialmente, conceder a tutela à parte que tiver razão.

Por que é importante conhecê-la?

É importante que os advogados, assim como os outros profissionais da área jurídica, conheçam sobre a tutela jurisdicional, uma vez que se trata de um direito subjetivo de todos os cidadãos. A falta da técnica processual adequada para um caso concreto de conflito representa, inclusive, uma omissão que atenta contra o direito fundamental à efetividade da tutela jurisdicional.

Não se trata de apenas viabilizar o “acesso à justiça”, mas sim a obrigação estatal de realizar a prestação jurisdicional para proteger a si mesmo, as partes e a sociedade em si.

Assim, trata-se de um direito subjetivo público e fundamental, pois consiste no direito de ingressar em juízo por meio do procedimento previsto em lei e da aplicação da legislação a um caso concreto para resguardar a realização do direito material lesionado ou ameaçado.

Como funciona a tutela jurisdicional?

A tutela jurisdicional, na prática, funciona como uma tutela efetiva de direitos ou de situações pelo processo, sendo que o direito processual coloca em evidência o resultado do processo como fator de garantia de direito material.

É possível dizer, de maneira resumida, que a tutela jurisdicional funciona como o amparo do Estado para pacificar, dirimir e, consequentemente, solucionar conflitos por meio da aplicação da legislação a casos concretos para obter um resultado prático do processo.

O seu objetivo não é apenas declarar ou reconhecer direitos, mas sim se aproximar o máximo possível de uma decisão “justa” e que torne a lide concluída ou ofereça condições para sua concretização.

Quais são os tipos de tutela existentes?

Agora que você já sabe o que é a tutela jurisdicional, veja a seguir quais são os tipos existentes para que seja possível, de fato, compreender sobre o assunto.

Tutela preventiva

A tutela repressiva é aquela que depois que o dano é concretizado tem como objetivo reparar da maneira mais completa possível a lesão ocorrida. Contudo, a Constituição Federal prevê, sem prejuízo da tutela repressiva, a proteção à ameaça ao direito.

Nesse caso, também deve haver pronta e adequada intervenção jurisdicional a fim de resguardar, antes mesmo que a lesão seja consumada, um direito do indivíduo, sendo essa a função da tutela preventiva.

Ela é importante porque determinados direitos, como de personalidade, não são passíveis de “indenizações” após a ocorrência da lesão em razão da sua própria natureza jurídica. Nesses casos, a tutela preventiva se mostra ainda mais importante para que não seja gerada uma injustiça social.

Assim, o objetivo da tutela preventiva prescinde ao dano, já que ela visa prevenir que o ilícito ocorra, independentemente da existência de dano, para que as ameaças a direito nem sequer sejam convertidas em danos ou lesão.

Tutela de urgência

A tutela de urgência, por sua vez, considera a urgência da pretensão e probabilidade do direito e o perigo de dano ou o risco ao resultado útil do processo. Ela é dividida em duas espécies: a tutela antecipada e a tutela cautelar que tem como objetivo prevenir que ameaças se transformem em danos. Os dois casos exigem a atuação imediata do estado em razão da situação de urgência em que se encontra.

Tutela repressiva

Já a tutela repressiva tem como objetivo proteger uma situação de dano ou lesão que já foi concretizada. Nesse caso, o Poder Judiciário deve aplicar uma sanção correspondente à lesão ocorrida.

A tutela repressiva deve ser tempestiva e ter o viés de efetividade. Por essa razão, hoje em dia é preciso que a reparação da lesão concreta ocorra de maneira específica ou genérica.

Como uma boa pós-graduação digital pode ajudar com esse conceito?

Como foi visto, a tutela jurisdicional é um assunto complexo e que conta com suas especificidades, já que existem diferentes tipos. Além disso, trata-se de um assunto que é imprescindível para uma boa atuação profissional.

Saber como usar a tutela jurisdicional a favor de seu cliente é capaz, por exemplo, de evitar lesões e situações que são irreversíveis após o dano. Por essa razão, para se aprofundar no assunto, é importante que os advogados conheçam a importância de uma pós-graduação na área.

Realizar uma boa especialização, como a Pós-graduação digital em Advocacia Cível da EBRADI, é capaz de fazer com que os profissionais entendam sobre o conceito e a prática da tutela jurisdicional de maneira aprofundada, fazendo que eles se destaquem no mercado.

Agora que você já conhece os principais pontos sobre a tutela jurisdicional, lembre-se de que é importante aprofundar os estudos na área por meio de uma especialização para que seja possível, de fato, compreender sobre o tema e atender plenamente as necessidades de seus clientes.

Se você se interessou pelos estudos na área, conheça agora mesmo a Pós-graduação digital em Advocacia Cível da EBRADI!

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1. EBRADI é online?

A Escola Brasileira de Direito é 100% online. Todos os seus cursos são oferecidos na modalidade a distância. Para alunos de pós-graduação, inclusive, a avaliação é feita por meio de ferramenta online com reconhecimento facial para garantir a segurança e autenticidade.

2 Quando iniciam as aulas?

As aulas têm início imediato, após confirmação de pagamento. Exceto para cursos em pré-lançamento – neste caso consulte a data informada no site.

3. Qual a validade do diploma digital?

A assinatura digital é um conjunto de dados criptográficos incorporados a um documento. Por essa razão, precisa de estar no ambiente digital, uma vez que há necessidade de softwares e sistemas específicos ler e compreender estes dados criptografados. O papel não é capaz de guardar a criptografia que garante a autenticidade da certificação digital. O Diploma Digital é um XML com assinatura digital e carimbo de tempo ICP-Brasil. Ao imprimir, estes dispositivos deixam de existir e passam ser apenas uma cópia não assinada e sem validade jurídica. O MEC, preocupado com toda essa questão, elucidou esse problema ao permitir que os alunos tenham uma cópia impressa com as mesmas características do diploma físico, o que denominamos Representação Visual Diploma Digital – RVDD. Esta RVDD, terá as mesmas características do diploma físico que você conhece e que sua instituição adota. A diferença é que esta representação visual terá dois mecanismos para fazer essa ligação do mundo real para o virtup al. A RVDD apesar de não ser o diploma, ela é a interface para remeter, com auxílio do QR Code por exemplo, para onde estará o seu Diploma Digital dentro desse universo eletrônico, de forma rápida, prática e segura. Somente de posse do seu QR Code ou do código de validação do seu diploma será possível ter acesso ao seu XML do Diploma Digital.

4. O que significa “até 40% de bolsa”?

Significa que o percentual total máximo oferecido durante a campanha pode chegar até 40% de desconto. Essa condição será disponibilizada em cursos selecionados, para pagamento à vista ou em até 12 parcelas no cartão de crédito. O percentual aplicável e o valor final serão informados na página de cada curso.
Campanha válida para novas matrículas realizadas de 01/08/2026 a 31/08/2026.

5. Todos os cursos de pós-graduação possuem 40% de bolsa?

Não. Todos os cursos participantes terão bolsa de, no mínimo, 25%.
Em cursos selecionados, a bolsa inicial será maior e, com a aplicação do desconto adicional de 15% vinculado à forma de pagamento, o benefício total chegará a 40%.

6. Como funciona e quais formas de pagamento dão direito aos 15% adicionais?

O desconto adicional de 15% será concedido para pagamentos realizados à vista ou em até 12 parcelas no cartão de crédito (consumindo o limite do cartão).
Os percentuais são aplicados sucessivamente, e não somados.

7. Por que uma bolsa de 25% mais 15% não corresponde a 40%?

Porque o desconto adicional de 15% incide sobre o valor que já recebeu a bolsa inicial, e não sobre o preço original.
Por exemplo, em um curso com preço de referência de R$ 1.000,00:
• após a bolsa de 25%, o valor passa a ser R$ 750,00;
• o desconto adicional de 15% corresponde a R$ 112,50;
• o valor final será de R$ 637,50;
• o benefício total efetivo será de 36,25%.
Nos cursos selecionados, a bolsa inicial será superior, permitindo que o benefício total alcance 40%.

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