O que faz um advogado corporativo? Saiba mais sobre esse papel e suas atribuições!
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O que faz um advogado corporativo? Saiba mais sobre esse papel e suas atribuições!

27 jul 2021
Última atualização: 29 julho 2025
O que faz um advogado corporativo? Saiba mais sobre esse papel e suas atribuições!

Você sabe o que faz um advogado corporativo e quais são as suas atribuições? Se você tem interesse pelo tema e deseja aprender sobre o papel do advogado corporativo, continue a leitura deste post que vamos apresentar mais detalhes. Não perca!

Qual é o papel do advogado corporativo?

O advogado corporativo tem como principal papel analisar situações que possam representar riscos para a empresa e buscar as melhores formas de atuação para minimizar esses impactos. Ele atua de forma preventiva, orientando gestores na tomada de decisões e elaborando pareceres que ajudam a antecipar possíveis prejuízos e proteger a sociedade empresária.

Esse profissional presta assessoria jurídica a empresas de diversos setores, pois toda companhia necessita de orientações legais para operar com segurança. Atualmente, o advogado corporativo é essencial no processo produtivo das organizações, desempenhando uma função estratégica que tem atraído cada vez mais interesse entre os profissionais do direito.

Quais são suas principais atribuições?

Agora que você já sabe qual é o papel do advogado corporativo, deve estar se perguntando quais são as suas principais atribuições, não é mesmo?! Nos próximos tópicos, vamos explicar resumidamente sobre cada uma delas.

Solucionar problemas

Assim como acontece nas demais áreas jurídicas, uma das principais funções do advogado corporativo é solucionar problemas jurídicos, assim como garantir os direitos da companhia e resolver pendências.

É fundamental que o profissional esteja preparado para a solução de problemas e apresente planos para crises a fim de deixar o empreendedor mais tranquilo. Para atuar com excelência, são requisitos primordiais contar com criatividade na solução de desafios e problemas e ter uma boa dinâmica, por exemplo.

Agir preventivamente

Hoje em dia, também é indicado que o advogado corporativo atue de maneira preventiva, isto é, ele precisa prever problemas que venham a ocorrer a fim de impedir riscos futuros e, consequentemente, prejuízos.

Para que tal feito seja possível, é preciso que ele entenda sobre o negócio de maneira ampla, para além da área especificamente jurídica. O profissional deve ter conhecimentos gerais sobre o mercado de atuação da companhia, suas demandas, seu público, suas necessidades, os objetivos organizacionais, entre outros aspectos.

Participar das estratégias da empresa

Também faz parte das atribuições do advogado corporativo participar de maneira ativa das estratégias da empresa. O profissional precisa se encontrar alinhado com as metas e os objetivos organizacionais para atuar de uma maneira que supra as necessidades da companhia, ajudando na diminuição de custos, no aumento da produtividade dos departamentos e na otimização de processos.

Nesse momento, é relevante considerar a escalabilidade das companhias e as maneiras mais eficazes de melhorar os seus resultados e se preparar para o futuro. Para tanto, o advogado corporativo pode, por exemplo, apresentar novos recursos (como softwares de gestão e sistemas jurídicos), analisar as tendências de mercado etc.

Orientar nas tomadas de decisão

Na prática, o advogado corporativo precisa ter atitudes mais estratégicas que operacionais, devendo ser, até mesmo, em determinadas situações, mais empreendedor do que jurídico, uma vez que uma de suas funções é orientar os empresários a tomarem as melhores decisões.

O profissional pode ajudar, inclusive, durante etapas, como no lançamento de campanhas e na criação de produtos, para prevenir que alguma ação errônea durante essas fases afete a imagem do negócio.

Nos casos em que o empresário precisa tomar uma decisão importante, o advogado corporativo deve sempre analisar os impactos da ação, viabilidade da operação e as possibilidades de efeitos negativos.

Agir como interlocutor

Mais uma das habilidades que o advogado corporativo deve ter é a da comunicação, uma vez que esse ramo jurídico também deve realizar a interlocução com outras áreas da companhia.

Dessa maneira, o profissional tem como seus deveres fundamentais manter uma comunicação objetiva, cultivar o bom relacionamento com as demais áreas da empresa e ter uma atuação que procura alinhar em todos os ramos do negócio.

Ao contrário do que muitas pessoas pensam, a oratória não é um dom que somente alguns indivíduos têm, uma vez que é possível desenvolvê-la por meio de estudos e treinamentos.

Auxiliar em reuniões e negociações

Para que seja possível exercer atividades como atuar nas decisões estratégicas da companhia e orientar nas tomadas de decisão, o advogado precisa participar de negociações e reuniões para observar a viabilidade dos negócios, analisar a legislação relativa à operação da empresa e criar ações que integrem os setores.

Ao realizar o suporte com relação aos prejuízos ou vantagens e novas operações, por exemplo, se torna possível conduzir estrategicamente as negociações. Como consequência, o negócio tem mais chances de crescer e obter sucesso.

Conhecimentos essenciais para o advogado corporativo

O advogado corporativo deve ter uma visão abrangente que vai além do conhecimento jurídico tradicional, integrando também o entendimento do funcionamento empresarial. Isso inclui conhecer a operação da empresa, seu mercado de atuação e o setor específico em que está inserida. Além disso, é fundamental que esse profissional compreenda outros aspectos importantes para o sucesso do negócio, como a concorrência e áreas correlatas ao direito, tais como contabilidade, direito societário, marketing e finanças corporativas. Essa interdisciplinaridade permite que o advogado corporativo ofereça soluções mais estratégicas e alinhadas com os objetivos da organização.

Preparação e especialização: o caminho para o sucesso na advocacia corporativa

No cenário atual, a adaptação às tecnologias e inovações tornou-se primordial para que os advogados corporativos superem processos burocráticos e etapas obsoletas que podem comprometer a agilidade e eficiência do trabalho. Tornar-se um profissional disruptivo significa estar à frente, utilizando ferramentas tecnológicas e metodologias modernas para melhorar a performance jurídica e empresarial.

A melhor forma de preparar-se para esse desafio é investir em uma pós-graduação em direito focada na advocacia corporativa. Por meio desse tipo de formação, o profissional desenvolve todas as habilidades, competências e conhecimentos necessários para atuar de forma global e integrada dentro das organizações. Essa capacitação é fundamental para que o advogado consiga suprir as demandas empresariais de maneira eficiente e contribua diretamente para o alcance dos resultados desejados pela empresa.

Agora que você já sabe o que faz o advogado corporativo, quais são as suas atribuições e o conhece o seu papel, deve ter percebido que esse tipo de profissional precisa se especializar a fim de adaptar o seu saber jurídico para suprir as demandas empresariais e obter os resultados desejados.

Se você gostou das orientações que apresentamos neste artigo, continue a visita e entenda o papel do advogado na governança corporativa!

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3. Qual a validade do diploma digital?

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