Por que investir na especialização em Direito de Família e Sucessões?
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Por que investir na especialização em Direito de Família e Sucessões?

06 mai 2021
Última atualização: 07 agosto 2025
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7 min
Por que investir na especialização em Direito de Família e Sucessões?

Por Luana Damasceno

As demandas familiares são constantes na vida profissional do advogado. Embora muitas ações tenham similaridades, cada caso carrega uma carga emocional única. É preciso cautela e equilíbrio para lidar com esses conflitos, que envolvem sentimentos e transformações sociais profundas. Confira neste artigo as vantagens dessa especialização.

Com o que o direito da família se relaciona? 

O Direito de Família e Sucessões exige uma percepção aprofundada do operador do Direito. Não é à toa que a Constituição Federal prevê, a partir do art. 226, normas específicas para garantir a tutela familiar. São causas que estão diretamente relacionadas ao indivíduo como membro integrante de uma família e com as concepções atuais de relacionamento com a sociedade.

É no Direito de Família e Sucessões que o advogado consegue compreender todas as nuances dos conflitos familiares. Essas inovações jurídicas trazem dinamicidade no âmbito do Direito de Família e ressaltam a importância da função social que a família exerce no Direito brasileiro. Não é à toa que, conforme a evolução no modo de pensar do indivíduo, novos valores surgem como forma de adequação e ampliação do conceito de família à realidade da coletividade.

É com isso que o Direito de Família se relaciona. De todos os ramos do Direito, certamente é o que mais está ligado à vida das pessoas e à forma como elas veem o mundo.

O que é Direito de Família e como funciona?

Com o escopo de garantir a aplicação do Direito às relações familiares, surge o Direito de Família e das Sucessões com uma gama de normas reguladoras que vão desde a organização, a estrutura e a proteção do sujeito como integrante de um núcleo familiar até a convivência entre os seus membros.

Esse ramo do Direito Civil abrange, de forma interdisciplinar, vários aspectos do cotidiano, com efeitos diretos e indiretos para os membros de uma família, com direitos e deveres previstos constitucionalmente para a harmonização do núcleo familiar.

São normas jurídicas que regulam não só a vida de uma pessoa, mas que vigoram depois da sua morte. O conteúdo atual dessa área do Direito está ligado não apenas às relações de natureza pessoal, mas também patrimonial, que se desenvolvem no âmbito familiar e são protegidas pelo Direito de Família e Sucessões.

É assim que o Direito de Família funciona: seja nas relações obrigacionais, seja nas relações de Direito real, seja até nas esferas Penal e Trabalhista, ele tem suas conexões e influencia diversos outros ramos, quer no Direito público, quer no privado.

Quais são as atribuições de um advogado especialista em Direito de Família e Sucessões?

É indispensável que o advogado mantenha um estudo diário sobre as recentes alterações na legislação e na jurisprudência e saiba a importância do seu papel na resolução dos conflitos familiares. Atuar na área de família e das sucessões requer dedicação, comprometimento e sensibilidade do profissional de Direito. São demandas que ultrapassam o viés jurídico, pois envolvem vidas e sentimentos de pessoas que estão passando por algum impasse familiar.

São diversas as atribuições de um advogado especialista nesse ramo. Elaboração de contrato de união estável, convivência, namoro, testamento, inventário, pacto antenupcial e acordos extrajudiciais são alguns exemplos que a advocacia preventiva proporciona ao jurista no âmbito do Direito de Família e Sucessões.

Principais atividades de um advogado de família

Dentro das atribuições do profissional especialista em Direito de Família, podemos destacar algumas atividades relevantes. A primeira delas é a atuação judicial, isto é, em processos que envolvem a participação do judiciário, nos quais o advogado atua em processos litigiosos e ações consensuais com menores de 18 anos e incapazes.

No processo litigioso de família, o advogado defende os interesses do cliente diante do Poder Judiciário. 

Portanto, de modo geral, o advogado de família é responsável por lidar com as questões jurídicas do caso, assim como precisa ter sensibilidade para compreender os fatores emocionais presentes em cada contexto, ajudando seus clientes a tomarem atitudes e decisões adequadas e pautadas na lei, sem se deixarem levar por sentimentos envolvidos.

Quais são as áreas de atuação no Direito de Família e Sucessões?

O Direito de Família e Sucessões é complexo e compreende questões de convivência entre os membros de uma família. São assuntos de natureza matrimonial e patrimonial, relações de parentesco, inventário, partilha de bens, alimentos, divórcio, guarda, separação judicial e extrajudicial, métodos de soluções de conflito consensuais, entre outros assuntos conexos à área.

Por isso, é importante que esse profissional esteja atualizado em relação às mudanças dos fatos sociais no modo de conviver, viver e se relacionar entre as pessoas.

Essas alterações de comportamento, perfil e realidade do sujeito como membro de uma coletividade afetam diretamente a área do Direito de Família e Sucessões, repercutindo não apenas nos valores da família, mas no modo de pensar da sociedade.

Por que investir em uma especialização?

Quando faz parte de um planejamento sólido e bem traçado, a especialização tem o potencial de transformar carreiras, assim como manter os profissionais por dentro das demandas do mercado de trabalho.

Nesse contexto, o advogado que deseja se aprofundar nessa área precisa estar familiarizado com os temas do Direito de Família e Sucessões. Investir em uma pós-graduação é essencial para o operador do Direito que queira agregar à carreira um diferencial.

A seguir, separamos algumas razões para se especializar na área.

Mercado estável

Devido às constantes mudanças nas configurações familiares, o mercado de trabalho para esse segmento vem se revelando bastante promissor. Dessa forma, o ramo tem a necessidade de advogados especialistas que atendam às exigências do seu público.

Por essa razão, é importante que o profissional busque qualificações para favorecer a sua experiência nessa área. Afinal, um especialista em determinado assunto transmite mais confiança aos seus clientes. É essa a relevância em escolher uma área de atuação no âmbito jurídico.

Adaptação do perfil profissional

Apenas o conhecimento da legislação não é suficiente para preparar os advogados para atuar no Direito de Família, pois a área está mudando constantemente e existem situações que não apresentam providências específicas na lei, como a relação monoparental.

Diante disso, é necessário que o profissional também adapte seu perfil conforme às transformações, investindo em cursos para desenvolver sua capacidade de negociação em conflitos familiares, habilidades de compreender linguagem verbal e comunicação não violenta, assim como para ter um olhar diferenciado para conflitos que outras áreas demandam.

Ampliação do leque de atuação

Um bom advogado sempre deve ampliar seu leque de atuação, que vai além da atuação judicial. Treinamento em dinâmica familiar, práticas colaborativas e mediação, por exemplo, representam muito para essa perspectiva, pois são aspectos que tornam o advogado mais preparado para lidar com as situações.

Nesse sentido, por meio do curso, o profissional desenvolve a capacidade de acompanhar a situação da família em todo o processo, estando apto para defender os interesses de seus clientes diante dos conflitos vigentes.

Diferencial competitivo

No Direito de Família e Sucessões, os profissionais precisam lidar com pessoas em seu momento mais delicado, como divórcio, disputa de bens, guarda de filhos, morte, entre outros. Por esse motivo, é necessário um profissional com uma abordagem aprimorada intelectualmente e empática, sendo o curso de pós-graduação um diferencial competitivo.

A especialização aperfeiçoa o conhecimento técnico e as habilidades do advogado, que, na área do Direito, é um diferencial competitivo valorizado. Além do amplo conhecimento adquirido, o curso de pós-graduação proporciona uma ampliação do networking, fazendo com que os profissionais conheçam outras experiências.

Por que escolher a EBRADI?

É pensando em ajudar você a se tornar um profissional de destaque que a EBRADI disponibiliza uma variedade de cursos de especialização voltados para a área jurídica, para que possa se tornar um especialista no assunto e consiga adequar a sua rotina de trabalho e estudos.

Fornecer um elevado grau de atualização, de modo que o profissional esteja altamente qualificado para atuar no ramo jurídico e a par de todas as modificações no ramo do Direito de Família e Sucessões é o objetivo da EBRADI para o curso de pós-graduação nessa área.

A EBRADI oferece cursos reconhecidos pelo Ministério da Educação no formato digital, que oportuniza aprendizado suficiente para que você consiga potencializar ainda mais a sua atuação no mercado de trabalho do Direito.

Além disso, a EBRADI dispõe de um corpo docente formado por grandes nomes do Direito, como Giselda Hironaka, Pablo Stolze Gagliano e Rodrigo Pereira da Cunha na Pós-graduação digital em Direito de Família e Sucessões, além de Flávio Tartuce, Ives Gandra e Guilherme Nucci.

É nisso que a EBRADI investe, por isso é tão importante pesquisar instituições de ensino que se importam com a qualidade de estudo e o desempenho acadêmico de seus alunos.

Tem alguma dúvida? A gente responde

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1. EBRADI é online?

A Escola Brasileira de Direito é 100% online. Todos os seus cursos são oferecidos na modalidade a distância. Para alunos de pós-graduação, inclusive, a avaliação é feita por meio de ferramenta online com reconhecimento facial para garantir a segurança e autenticidade.

2 Quando iniciam as aulas?

As aulas têm início imediato, após confirmação de pagamento. Exceto para cursos em pré-lançamento – neste caso consulte a data informada no site.

3. Qual a validade do diploma digital?

A assinatura digital é um conjunto de dados criptográficos incorporados a um documento. Por essa razão, precisa de estar no ambiente digital, uma vez que há necessidade de softwares e sistemas específicos ler e compreender estes dados criptografados. O papel não é capaz de guardar a criptografia que garante a autenticidade da certificação digital. O Diploma Digital é um XML com assinatura digital e carimbo de tempo ICP-Brasil. Ao imprimir, estes dispositivos deixam de existir e passam ser apenas uma cópia não assinada e sem validade jurídica. O MEC, preocupado com toda essa questão, elucidou esse problema ao permitir que os alunos tenham uma cópia impressa com as mesmas características do diploma físico, o que denominamos Representação Visual Diploma Digital – RVDD. Esta RVDD, terá as mesmas características do diploma físico que você conhece e que sua instituição adota. A diferença é que esta representação visual terá dois mecanismos para fazer essa ligação do mundo real para o virtup al. A RVDD apesar de não ser o diploma, ela é a interface para remeter, com auxílio do QR Code por exemplo, para onde estará o seu Diploma Digital dentro desse universo eletrônico, de forma rápida, prática e segura. Somente de posse do seu QR Code ou do código de validação do seu diploma será possível ter acesso ao seu XML do Diploma Digital.

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