DIREITO ELEITORAL E SUA IMPORTÂNCIA NA ADVOCACIA MODERNA
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DIREITO ELEITORAL E SUA IMPORTÂNCIA NA ADVOCACIA MODERNA

23 jan 2026
EBRADI
EBRADI
14 min
DIREITO ELEITORAL E SUA IMPORTÂNCIA NA ADVOCACIA MODERNA

O Direito Eleitoral é o ramo do Direito Público que regula os processos de escolha dos representantes políticos, garantindo a legitimidade da democracia e o equilíbrio nas disputas. Consolidou-se como uma das áreas mais dinâmicas e lucrativas da advocacia brasileira, exigindo alta especialização técnica frente a um sistema de justiça célere e rigoroso.

PRINCIPAIS NORMAS E BASES DA LEGISLAÇÃO ELEITORAL

As normas que regem as eleições formam um microssistema jurídico complexo, composto por leis federais históricas e atualizações normativas periódicas.

Pilares da Legislação Eleitoral

Código Eleitoral (Lei nº 4.737/1965): Define a organização da Justiça Eleitoral e os crimes eleitorais.

Lei das Eleições (Lei nº 9.504/1997): Estabelece as regras práticas da disputa, como o calendário eleitoral, limites de gastos e normas de propaganda.

Lei das Inelegibilidades (LC nº 64/1990): Regulamenta quem não pode ser candidato (incluindo a Lei da Ficha Limpa).

Lei dos Partidos Políticos (Lei nº 9.096/1995): Regula o funcionamento interno e as finanças das legendas. 

Resoluções do TSE 

A cada pleito, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) edita resoluções para detalhar a execução das leis. Para 2026, destacam-se: 

Propaganda e IA: Regras rígidas contra o uso de deepfakes e desinformação para proteger a integridade do voto.

Condutas Vedadas: A Resolução TSE nº 23.735/2024 detalha o que agentes públicos não podem fazer para garantir a isonomia na disputa.

Calendário Eleitoral: Define marcos como 6 de maio (prazo final para regularização do título) e 16 de agosto (início oficial da propaganda). 

COMO FUNCIONA O CÓDIGO ELEITORAL NA PRÁTICA

Na prática, o Código Eleitoral e as normas correlatas funcionam como o “manual de instruções” da democracia, sendo aplicados de forma técnica e estratégica pela advocacia.

Estrutura e Divisão Normativa

O sistema funciona de forma tripartite no cotidiano do advogado:

Organizacional: Regras sobre a criação de zonas eleitorais, juntas e tribunais que o advogado acessa para peticionar.

Cível-Eleitoral: Processos de registro de candidatura, pedidos de direito de resposta e ações de investigação judicial eleitoral (AIJE).

Criminal-Eleitoral: Defesa em crimes como corrupção eleitoral, boca de urna ou o uso de desinformação/IA para atacar adversários. 

Princípios Aplicados no Dia a Dia

Advogados utilizam princípios para interpretar leis que muitas vezes são vagas:

Lisura do Pleito: Argumento central para anular atos que desequilibram a disputa, como o uso da máquina pública.

Celeridade Processual: No período eleitoral, os prazos são contados em horas, exigindo que o advogado atue sob o princípio de que o processo não pode parar a eleição.

Igualdade de Oportunidade: Base para contestar propagandas irregulares ou exclusão de candidatos de debates. 

O Trabalho do Advogado na Prática 

Consultoria Prévia (Compliance): Desde janeiro de 2026, advogados orientam pré-candidatos sobre as “condutas vedadas”, evitando que atos administrativos sejam confundidos com campanha antecipada.

Impugnação e Registro: Entre julho e agosto, a atuação foca em garantir que o candidato preencha as condições de elegibilidade e não incida na Lei da Ficha Limpa.

Monitoramento Digital: Uma função essencial é o uso de resoluções do TSE para derrubar conteúdos gerados por Inteligência Artificial ou deepfakes que violem as normas de propaganda.

Prestação de Contas: O advogado trabalha com contadores para garantir que cada centavo do Fundo Eleitoral seja gasto conforme a lei, evitando a cassação do mandato pós-eleição.

ATUAÇÃO PRÁTICA NA ADVOCACIA ELEITORAL

A atuação prática na advocacia eleitoral exige precisão cirúrgica devido à natureza célere dos processos e ao rigor das novas resoluções do TSE. O advogado atua como um garantidor da viabilidade jurídica da campanha.

Registro de Candidatura

É o primeiro grande desafio. O advogado deve garantir que o candidato preencha as condições de elegibilidade (nacionalidade, domicílio eleitoral, filiação partidária e idade mínima) e não incorra em causas de inelegibilidade (como a Lei da Ficha Limpa).

Prazos: Partidos e coligações devem solicitar o registro até o dia 15 de agosto.

Prática: Conferência documental exaustiva de certidões criminais e cíveis para evitar indeferimentos sumários.

Impugnações ao Registro 

Ocorrem logo após o pedido de registro. Qualquer candidato, partido, coligação ou o Ministério Público pode apresentar a Ação de Impugnação de Registro de Candidatura.

Prazo: Apenas 5 dias após a publicação do edital dos pedidos de registro.

Foco: O advogado de defesa deve sanar falhas documentais ou contestar a interpretação sobre fatos que geram inelegibilidade.

Representações e Direito de Resposta

Durante a propaganda eleitoral, o advogado atua no controle da narrativa pública:

Propaganda Irregular: Petições para retirar do ar conteúdos que violem regras de metragem, horário ou o uso de Inteligência Artificial sem o rótulo obrigatório.

Direito de Resposta: Ação rápida para rebater afirmações caluniosas ou sabidamente inverídicas. O prazo é curto: 48 horas a partir da veiculação da ofensa.

Ações Eleitorais de Controle

São ações de alta complexidade que podem cassar mandatos:

AIJE (Investigação Judicial Eleitoral): Combate o abuso de poder econômico, político ou uso indevido dos meios de comunicação. Pode ser proposta até a data da eleição.

AIME (Impugnação de Mandato Eletivo): Protocolada após a diplomação, corre em segredo de justiça e foca em provas de corrupção, fraude ou abuso.

Prazos e Procedimentos

Na Justiça Eleitoral, os prazos são peremptórios e, durante o período eleitoral, não se suspendem aos fins de semana ou feriados.

Notificações: A maioria das notificações ocorre via mural eletrônico e e-mail cadastrado, exigindo monitoramento 24h por parte dos escritórios.

Defesas: Geralmente, o prazo para defesa em representações é de apenas 2 dias (48 horas).

Defesa e Sustentação Oral

A advocacia eleitoral moderna exige uma excelente oratória. Como os processos nos Tribunais Regionais Eleitorais (TREs) e no TSE são julgados em sessões rápidas, a capacidade de sintetizar provas de abuso ou demonstrar a boa-fé do candidato em sustentações orais de 10 a 15 minutos é o que define o sucesso da causa.

CRIMES ELEITORAIS: CONCEITOS, EXEMPLOS E CONSEQUÊNCIAS JURÍDICAS

Principais Tipos Penais e Exemplos

Corrupção Eleitoral (Compra de Votos): É o ato de dar, oferecer, prometer ou entregar qualquer vantagem (dinheiro, cestas básicas, materiais de construção, empregos) em troca do voto ou da abstenção.

Boca de Urna: Consiste na propaganda e aliciamento de eleitores no dia da eleição. Inclui o uso de alto-falantes, comícios e a distribuição de “santinhos” no local de votação.

Uso da Máquina Pública (Abuso de Poder Político): Ocorre quando um agente público utiliza bens, serviços ou servidores da administração para beneficiar uma candidatura. Exemplo: utilizar veículos oficiais para transportar eleitores ou distribuir brindes custeados pelo Estado.

Violência Política de Gênero: Consiste em assediar, constranger ou humilhar candidatas ou detentoras de mandato com o objetivo de impedir ou dificultar sua atuação política.

Divulgação de Desinformação (Fake News) e IA: É crime divulgar fatos sabidamente inverídicos para influenciar o pleito. O uso de deepfakes sem aviso ou para simular falas de adversários é severamente punido.

Abuso de Poder Econômico

Embora muitas vezes resulte em ações cíveis (como a AIJE), o abuso de poder econômico envolve o uso desproporcional de recursos financeiros, ultrapassando os limites de gastos estabelecidos pelo TSE, o que desequilibra a disputa e corrompe a legitimidade do pleito.

Consequências Jurídicas

As punições no Direito Eleitoral são cumulativas e podem atingir tanto a liberdade quanto os direitos políticos:

Sanções Penais: Prisão (reclusão ou detenção) e pagamento de multas calculadas em dias-multa.

Sanções Eleitorais: Perda do registro da candidatura, cassação do diploma (se já eleito) e perda do mandato.

Inelegibilidade: A condenação por órgãos colegiados em determinados crimes eleitorais atrai a Lei da Ficha Limpa, impedindo o indivíduo de se candidatar por 8 anos.

CAMPANHAS ELEITORAIS E REGRAS DE PROPAGANDA

As regras de propaganda para as Eleições de 2026 são regidas pela Lei nº 9.504/1997 e pelas resoluções atualizadas do TSE, com foco rigoroso no equilíbrio da disputa e no controle da desinformação tecnológica.

Prazos e Formatos Permitidos

Internet: É o principal campo de batalha. É permitido o uso de sites, blogs e redes sociais. O impulsionamento de conteúdo é permitido, desde que feito exclusivamente por candidatos, partidos ou coligações e devidamente identificado.

Rádio e TV: O horário eleitoral gratuito. É proibida a veiculação de propaganda paga nestes meios.

Materiais Impressos: “Santinhos” e folhetos são permitidos, mas devem conter o CNPJ do responsável pela confecção, quem contratou e a tiragem.

Carros de Som: Permitidos apenas em carreatas, caminhadas, passeatas ou durante reuniões e comícios, respeitando os limites de decibéis.

O Uso de Inteligência Artificial 

O TSE consolidou normas rígidas sobre tecnologias digitais:

Rótulo Obrigatório: Qualquer conteúdo gerado ou manipulado por IA deve conter um aviso claro ao eleitor (ex: “Conteúdo gerado por IA”).

Proibição de Deepfakes: É terminantemente proibido o uso de IA para criar fatos falsos ou simular a fala/imagem de candidatos com o intuito de prejudicar ou enganar o eleitor. O descumprimento pode levar à cassação do registro ou do mandato.

Condutas Proibidas

Para garantir a isonomia, a legislação veta práticas que possam coagir o eleitor ou poluir o espaço público:

Showmícios: É proibida a realização de eventos com apresentação de artistas (pagos ou não) para animação de comícios.

Brindes: Proibida a distribuição de camisetas, chaveiros, bonés, canetas, cestas básicas ou qualquer bem que possa proporcionar vantagem ao eleitor.

Outdoor: É vedada a propaganda em outdoors, inclusive eletrônicos.

Bens Públicos: É proibida a fixação de propaganda em postes, pontes, viadutos, paradas de ônibus e órgãos públicos.

Telemarketing: É proibida a propaganda eleitoral via telemarketing em qualquer horário.

Limites Legais e Fiscalização

O advogado eleitoral desempenha papel crucial no monitoramento em tempo real:

Prazos de Defesa: Em representações por propaganda irregular, o prazo para defesa costuma ser de apenas 48 horas.

Direito de Resposta: Aplicável quando há afirmação sabidamente inverídica ou ofensa. Se deferido, o candidato ofendido ocupa o tempo ou espaço do ofensor para se defender.

Poder de Polícia: Juízes eleitorais podem determinar a remoção imediata de conteúdos ou materiais que violem as normas, independentemente de provocação.

PRESTAÇÃO DE CONTAS NAS ELEIÇÕES

A prestação de contas é um dos pilares mais críticos da advocacia eleitoral. Mais do que um procedimento contábil, trata-se de um processo judicial obrigatório: sem a aprovação das contas, o candidato eleito pode ser impedido de ser diplomado ou ter o seu mandato cassado posteriormente.

Regras e Documentação Necessária

Todo candidato, partido ou coligação deve declarar cada centavo arrecadado e gasto. Em 2026, o processo é totalmente eletrônico via sistema SPCE (Sistema de Prestação de Contas Eleitorais).

Documentos Essenciais: Extratos bancários (desde a abertura da conta específica de campanha), notas fiscais eletrônicas, recibos eleitorais (emitidos para cada doação), contratos de prestação de serviços e comprovantes de gastos com pessoal.

Contas Bancárias Específicas: É obrigatória a abertura de contas distintas para o Fundo Partidário, o Fundo Especial de Financiamento de Campanha (FEFC) e para “Outros Recursos” (doações de pessoas físicas).

Limites de Gastos: O advogado deve monitorar se o candidato não ultrapassou o teto de gastos fixado pelo TSE para o cargo disputado em 2026.

Fiscalização e Consequências

A fiscalização é feita pelo TSE/TREs com auxílio do Ministério Público Eleitoral, COAF e Receita Federal.

Aprovação com ressalvas: Quando há erros formais que não comprometem a transparência.

Desaprovação: Ocorre quando há falhas graves (uso de recursos de origem não identificada ou omissão de gastos). Isso pode gerar a obrigação de devolver valores ao Erário e fundamentar uma Ação de Investigação Judicial Eleitoral (AIJE).

Contas Não Prestadas: O candidato fica impedido de obter quitação eleitoral por todo o período do mandato, impossibilitando-o de concorrer em eleições futuras.

O Papel Estratégico do Advogado

Ao contrário de outras áreas, a prestação de contas eleitorais exige a assinatura conjunta de um contador e de um advogado. O papel do profissional jurídico envolve:

Compliance Financeiro: Orientar a campanha sobre a origem lícita dos recursos. Doações de fontes vedadas (como empresas ou entidades estrangeiras) podem levar à desaprovação imediata.

Defesa em Processo Judicial: A prestação de contas gera um processo. Se o setor técnico do tribunal apontar inconsistências, o advogado tem prazos curtíssimos (geralmente 3 dias) para apresentar justificativas ou retificações.

Regularização de Mandato: Candidatos não eleitos também devem prestar contas. Se não o fizerem, ficam impedidos de obter a certidão de quitação eleitoral, o que bloqueia futuras candidaturas.

O PAPEL DO TSE E DOS TREs NA ORGANIZAÇÃO DAS ELEIÇÕES

O profissional do direito deve compreender que a estrutura da Justiça Eleitoral é essencial, pois ela é a única que acumula funções administrativas, normativas e jurisdicionais simultaneamente.

Competências e Organização

A Justiça Eleitoral é organizada de forma hierárquica para garantir a capilaridade em todo o Brasil:

TSE (Tribunal Superior Eleitoral): Instância máxima, com sede em Brasília. É responsável por organizar as eleições presidenciais, editar as Resoluções que regem o pleito e julgar recursos vindos dos estados.

TREs (Tribunais Regionais Eleitorais): Existe um em cada capital. Organizam as eleições para Governador, Senador e Deputados (Estaduais e Federais). São responsáveis pelo registro de candidaturas e julgamento de contas desses cargos.

Juízes Eleitorais: Atuam nas Zonas Eleitorais locais. São a primeira instância para questões de propaganda de rua, crimes eleitorais e prestação de contas de candidatos a cargos municipais.

Tramitação de Processos e Celeridade

O processo eleitoral é marcado pela extraordinária rapidez. 

Prazos em Horas: Muitas notificações, especialmente em Direito de Resposta, exigem defesa em 48 horas.

Inexistência de Recesso: Os prazos não se suspendem aos sábados, domingos e feriados.

Mural Eletrônico: As decisões são publicadas em um painel digital próprio. O advogado que não monitorar o mural diariamente pode perder prazos fatais, pois a intimação é considerada feita no momento da publicação.

Como o Advogado deve se preparar 

A atuação perante os tribunais exige uma postura proativa e tecnológica:

Domínio do PJe: Todos os processos tramitam pelo Processo Judicial Eletrônico (PJe). É vital que o certificado digital esteja em dia e a equipe treinada no sistema.

Sustentação Oral e Memoriais: Nos TREs e no TSE, o julgamento de cassação de registro ou mandato é decidido por colegiado (7 juízes). O advogado deve entregar memoriais (resumos do caso) nos gabinetes e estar preparado para sustentações orais rápidas e focadas.

Acompanhamento de Precedentes: O TSE altera entendimentos com frequência. Em 2026, é crucial acompanhar o Informativo de Jurisprudência do TSE para saber como o tribunal está decidindo sobre fraudes em cotas de gênero e uso de IA.

Habilitação Prévia: Garantir que as procurações de candidatos e partidos estejam regularizadas nos tribunais antes mesmo do início da campanha para evitar o não conhecimento de recursos urgentes.

TENDÊNCIAS E ATUALIZAÇÕES RECENTES DO DIREITO ELEITORAL

As tendências para o Direito Eleitoral em 2026 são marcadas pela contenção tecnológica e pela estabilidade normativa. A advocacia moderna foca agora na interpretação das resoluções do TSE e nas teses fixadas pelo STF sobre o ambiente digital. 

Inteligência Artificial e Deepfakes: 

O uso de IA é a maior preocupação da Justiça Eleitoral para 2026. 

Rótulo de Identificação: É obrigatório o aviso explícito de conteúdos gerados ou manipulados por IA.

Banimento de Deepfakes: O TSE proibiu expressamente o uso de deepfakes para simular falas ou atitudes de candidatos. O uso indevido pode levar à cassação do registro ou do mandato por desequilíbrio do pleito.

Novas Regras até Março: O Tribunal deve consolidar até março de 2026 resoluções específicas para lidar com vídeos hiper-realistas e áudios falsos. 

Responsabilização das Redes Sociais

Decisões recentes do STF alteraram o paradigma do Marco Civil da Internet (Artigo 19) para as eleições de 2026:

Monitoramento Ativo: As plataformas agora têm o dever de fiscalizar ativamente e remover conteúdos que configurem crimes graves (como atos antidemocráticos, incitação à violência ou crimes contra a mulher) sem necessidade de ordem judicial prévia.

Responsabilidade Civil: Provedores podem ser responsabilizados por danos causados por perfis falsos e robôs (anonimização) que dificultem a identificação de infratores. 

Reformas e Mudanças Legislativas

Embora o Novo Código Eleitoral tenha sido adiado, mudanças pontuais impactam 2026:

Cotas de Gênero e Raça: Consolidação das regras de distribuição proporcional de recursos de campanha e tempo de TV para mulheres e pessoas negras.

Sobras Eleitorais: Nova interpretação do STF sobre o preenchimento de vagas remanescentes na Câmara, exigindo que apenas partidos que atingiram o quociente eleitoral participem da distribuição final das cadeiras.

Fim das Coligações Proporcionais: Mantém-se o sistema de Federações Partidárias, que exige união de partidos por pelo menos 4 anos. 

Mudanças nas Cúpulas e Cenário de 2026

Calendário Rigoroso: Em 2026, as condutas vedadas (como uso da máquina pública) já estão sob fiscalização rigorosa desde janeiro.

Desincompatibilização: Ministros e autoridades que pretendem concorrer devem deixar seus cargos até abril de 2026, o que deve gerar uma reforma ministerial profunda no governo federal.

Justiça e Política: Mudanças na presidência do STF e do TSE em 2026 redefinirão os limites entre a fiscalização judicial e a liberdade de expressão em campanhas.

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