Direito ao sufrágio: entenda mais sobre o voto no Brasil
Você também pode se interessar:

Direito ao sufrágio: entenda mais sobre o voto no Brasil

20 mai 2022
Última atualização: 06 novembro 2025
rockcontent
rockcontent
3 min
Direito ao sufrágio: entenda mais sobre o voto no Brasil

Você sabe o que é direito ao sufrágio? É o nosso direito de votar e ser votado, sem restrições que envolvam etnia, classe social, gênero e cor. Atualmente, vivemos em uma democracia, em que todos podem participar da sociedade política e vida pública. No entanto, nem sempre foi assim.

Neste artigo, vamos mostrar o conceito histórico do direito ao voto, esclarecendo a diferença entre o sufrágio universal e sufrágio restrito, além de destacar como ocorreu essa conquista no Brasil. Confira!

O que significa direito ao sufrágio?

Sufrágio consiste no direito de votar e ser votado, conforme a Constituição Federal de 1988. Demonstra uma forma de o cidadão se manifestar perante a vida pública e a sociedade política.

O direito de votar é o principal instrumento do sufrágio, quando falamos de direito público de natureza política de todo cidadão. Portanto, em um país democrático, em que o poder emana do povo, trata-se de uma forma usada para expressar esse tipo de direito da população.

O conceito ainda pode ser dividido em sufrágio universal e sufrágio restrito. Dessa forma, abordaremos mais sobre as diferenças de ambos a seguir. Acompanhe!

Sufrágio universal

O sufrágio universal representa o direito de todos de participar das decisões políticas da nação e sem restrição. Na Constituição Federal do Brasil, nos termos do artigo n.º 14, diz que o sufrágio é universal, ou seja, um direito de todos os cidadãos.

No entanto, a única condição exigida para o sufrágio universal é que a pessoa seja adulta. No Brasil, a obrigação do voto é utilizada apenas para indivíduos com mais de 18 anos.

Sufrágio restrito

Diferentemente do sufrágio universal, o restrito estabelece algumas condições específicas para que os cidadãos possam usufruir do direito de votar, sendo:

  • sufrágio capacitário: limita o direito ao voto conforme a capacidade intelectual da pessoa. Por exemplo, pessoas sem um diploma acadêmico não poderiam votar;
  • sufrágio censitário: limita o direito ao voto conforme a capacidade financeira da pessoa. Por exemplo, indivíduos com baixa renda não poderiam votar.

Na atual Constituição do nosso país e na maioria das nações do mundo, o sufrágio restrito não é mais usado. Hoje, todos os cidadãos têm o mesmo direito ao voto, independentemente de crença, etnia, sexo ou classe social.

Como é o sufrágio no Brasil?

No Brasil, militares de baixa patente e analfabetos não podiam votar. As mulheres que conquistaram o direito ao voto em 1932 tinham que ser alfabetizadas. Os militares de baixa patente (cabos, soldados, recrutas) só puderam votar a parir da Constituição Federal de 1988. A mesma situação aconteceu com os analfabetos.

O direito ao sufrágio irrestrito e universal no Brasil foi assegurado com a promulgação da Constituição Federal de 1988, que declara a todos e todas, sem distinção de classe social, cor e gênero, cidadãos em pleno gozo de direitos e com plena igualdade.

Aprendemos neste texto todo o contexto histórico do direito ao sufrágio. Podemos dizer que, apesar de ser obrigatório, o direito ao voto representa uma verdadeira conquista política para o povo brasileiro.

Se você gostou deste post sobre o direito ao sufrágio no Brasil, então siga as nossas páginas nas redes sociais para acompanhar as atualizações: estamos no Facebook, no Twitter, no Instagram e no LinkedIn!

Tem alguma dúvida? A gente responde

Ir para FAQ

1. EBRADI é online?

A Escola Brasileira de Direito é 100% online. Todos os seus cursos são oferecidos na modalidade a distância. Para alunos de pós-graduação, inclusive, a avaliação é feita por meio de ferramenta online com reconhecimento facial para garantir a segurança e autenticidade.

2 Quando iniciam as aulas?

As aulas têm início imediato, após confirmação de pagamento. Exceto para cursos em pré-lançamento – neste caso consulte a data informada no site.

3. Qual a validade do diploma digital?

A assinatura digital é um conjunto de dados criptográficos incorporados a um documento. Por essa razão, precisa de estar no ambiente digital, uma vez que há necessidade de softwares e sistemas específicos ler e compreender estes dados criptografados. O papel não é capaz de guardar a criptografia que garante a autenticidade da certificação digital. O Diploma Digital é um XML com assinatura digital e carimbo de tempo ICP-Brasil. Ao imprimir, estes dispositivos deixam de existir e passam ser apenas uma cópia não assinada e sem validade jurídica. O MEC, preocupado com toda essa questão, elucidou esse problema ao permitir que os alunos tenham uma cópia impressa com as mesmas características do diploma físico, o que denominamos Representação Visual Diploma Digital – RVDD. Esta RVDD, terá as mesmas características do diploma físico que você conhece e que sua instituição adota. A diferença é que esta representação visual terá dois mecanismos para fazer essa ligação do mundo real para o virtup al. A RVDD apesar de não ser o diploma, ela é a interface para remeter, com auxílio do QR Code por exemplo, para onde estará o seu Diploma Digital dentro desse universo eletrônico, de forma rápida, prática e segura. Somente de posse do seu QR Code ou do código de validação do seu diploma será possível ter acesso ao seu XML do Diploma Digital.

4. O que significa “até 40% de bolsa”?

Significa que o percentual total máximo oferecido durante a campanha pode chegar até 40% de desconto. Essa condição será disponibilizada em cursos selecionados, para pagamento à vista ou em até 12 parcelas no cartão de crédito. O percentual aplicável e o valor final serão informados na página de cada curso.
Campanha válida para novas matrículas realizadas de 01/08/2026 a 31/08/2026.

5. Todos os cursos de pós-graduação possuem 40% de bolsa?

Não. Todos os cursos participantes terão bolsa de, no mínimo, 25%.
Em cursos selecionados, a bolsa inicial será maior e, com a aplicação do desconto adicional de 15% vinculado à forma de pagamento, o benefício total chegará a 40%.

6. Como funciona e quais formas de pagamento dão direito aos 15% adicionais?

O desconto adicional de 15% será concedido para pagamentos realizados à vista ou em até 12 parcelas no cartão de crédito (consumindo o limite do cartão).
Os percentuais são aplicados sucessivamente, e não somados.

7. Por que uma bolsa de 25% mais 15% não corresponde a 40%?

Porque o desconto adicional de 15% incide sobre o valor que já recebeu a bolsa inicial, e não sobre o preço original.
Por exemplo, em um curso com preço de referência de R$ 1.000,00:
• após a bolsa de 25%, o valor passa a ser R$ 750,00;
• o desconto adicional de 15% corresponde a R$ 112,50;
• o valor final será de R$ 637,50;
• o benefício total efetivo será de 36,25%.
Nos cursos selecionados, a bolsa inicial será superior, permitindo que o benefício total alcance 40%.

Fale com um especialista agora!

Cadastrado com sucesso!
Tente novamente mais tarde.